[ FAN FIC ] THE RED ROAD SEASSON 3×5

Escrito por Graziellah Azrak #Gypsy

verdades

Trust the truth

E lá estavam eles, com seus corpos enroscados pela terceira vez. Deena mantinha suas mãos agarradas às costas largas de Philip, enquanto ele entrava e saía de dentro do corpo dela com força, mantendo os antebraços apoiados em sua cama e o rosto afundado aos cabelos dela, gemendo roucamente em seu ouvido. O cheiro do suor deles se misturavam, suas vozes em seus sussurros e gemidos de prazer, o barulho de seus corpos se chocando. Já estasiada de prazer, ela cravou as unhas nas costas dele, o que fez com que o homem gemesse mais alto, naquela prazerosa dor que ela lhe fazia sentir. Sentiram orgasmo juntos e ele gozou dentro dela, desabando em seguida seu corpo ao lado do dela, puxando a coxa da engenheira sobre ele e a abraçou, levando a mão aos cabelos dela, tirando-os de frente dos seus olhos e a encarou por alguns segundos. Deu um meio sorriso e a beijou na boca, de forma calma, mas intensa, puxando-a mais para si. Assim que ele afastou seus lábios dos dela novamente, Deena sorriu e mordeu o lábio:

– Eu já deveria ter ido pra casa, sabia? – passou seu rosto pelo dele, acariciando o mesmo. – Mas ao mesmo tempo, eu não quero ir. – riu baixinho.

– Então não vá. – ele sussurrou procurando os lábios dela novamente e mordeu-o. – Fique aqui comigo. – deu um beijo rápido nela.

– Eu não posso. – Deena respondeu num tom de tristeza, porém de realidade.

Se levantou da cama de Kopus, nua, indo até a poltrona onde estavam suas roupas. Ele ergueu um pouco o corpo entre os travesseiros e cobriu suas partes com o lençol, enquanto olhava para ela com seus olhos devoradores e um meio sorriso frio nos lábios.

– Por que não? – cruzou os braços em frente ao peito, arqueando a sobrancelha.

– Skye pode precisar de mim. – respondeu ela, vestindo a calcinha e logo em seguida o sutiã. – Michael está doente, ela passou a tarde e parte da noite com ele no hospital ontem. – virou-se de costas, pegando o jeans na poltrona.

Kopus respirou, pensativo:

– O que ele tem? – perguntou encarando-a. – E ela? Está bem? – abaixou os olhos em seguida.

– Acho que ficou resfriado, coitadinho. – vestia a calça enquanto respondia. – Ela está b sim, só cansada. – sentou-se na poltrona para calçar as botas nos pés. – É por isso que eu tenho que ir pra casa dela, ela pode precisar de ajuda. – notou a seriedade do rosto dele e então, estreitou seus olhos nele, séria também. – Posso te fazer uma pergunta?

O homem ergueu os olhos juntamente com as duas sobrancelhas

O que?

– O que aconteceu com o Mike? – terminou de fechar as botas e vestiu a regata, a única peça que lhe faltava vestir.

Philip suspirou e torceu o lábio, pensando em como respondê-la. Ela então se levantou e foi até a cama, sentando-se perto dele e levou a mão ao peito dele, enquanto olhava em seus olhos esperando uma resposta:

– Eu não sei. Ele sumiu um dia desses. – respondeu e desviou seus olhos dela por segundos e logo voltou a olhar pra ela.

– Não está sendo sincero. – subiu a mão, levando-a ao rosto dele.

– Foi o que aconteceu, Deena. – completou.

– Não, não foi. – a engenheira deu uma negativa com a cabeça. – Você desviou os olhos ao me responder e eu não vi sinceridade neles. Vi vergonha, arrependimento. – suspirou. – O que aconteceu, Philip?

Ele fechou os olhos e levou sua mão de encontro à dela, retirando-a de seu rosto e então, desviou para o outro lado, levantando-se da cama. Vestiu a cueca e calça e então, ainda de costas para ela que estava também de costas para ele, sentada na outra ponta da cama, ele resolveu responder a verdade:

– Mike estava se metendo em coisas grandiosamente erradas e perigosas, Deena. Não me orgulho do que eu fiz mas, eu dei um jeito nele. – respondeu friamente.

E ao ouvir aquelas palavras, a mulher se levantou da cama e se virou, encarando as costas dele:

– Deu um jeito nele? – abaixou a cabeça e riu de forma fria e ironica. – Não acredito que Harold Jensen tem razão. – cruzou os braços.

– É, em quê? – ele se virou também e encarou a mulher, com a cara fechada.

– Em dizer que você é um assassino! – respondeu entre os dentes, furiosa com o que tinha acabado de descobrir. – É por isso que a mãe da criança deixou o menino com a sua mãe, ela entendeu que o bebê era responsabilidade dela, já que ela criou o monstro que matou o pai do filho dela. – a voz dela havia se alterado e ela mal havia se dado conta disso.

– Então é isso que você pensa? Que eu sou um monstro? – fechou os punhos e deu a volta na cama, chegando mais perto dela. – Não pensava assim, cinco minutos atrás.

– É porque eu não sabia que você era um assassino, Kopus! – respondeu, dando um passo para trás.

– Eu te disse que eu fiz muita coisa errada, eu te disse que eu era sim um bandido, mas eu não quero mais ser assim. – chegou mais perto dela. – A imagem do Mike naquela noite, não sai da minha cabeça, Deena. Mas eu tive que fazer aquilo, ou a reserva inteira poderia estar em perigo. Se eu sou um monstro por tentar salvar a reserva toda das merdas que o Mike vinha fazendo, ótimo. Então eu sou um monstro. – abriu os punhos e se virou, indo na direção da janela. – É melhor você ir embora.

– Eu não vou embora porra nenhuma! – ela soltou um palavrão sonoramente e foi até ele, mas ficou parada há uns dois passos de suas costas. – Olha pra mim, Philip.

– Você não imagina a dor que eu senti ao acabar com vida dele, Deena. – o tom da voz dele havia mudado, parecia estar chorando. Ressentido. – Porque ele era mais que um amigo, era como um irmão pra mim e eu tive matá-lo.

Desarmada. Era assim que ela estava após ouvir as últimas palavras dele. Se aproximou mais e ergueu a mão, tocando o ombro dele:

– Philip, olha pra mim. Por favor. – disse, com a voz mais calma.

Enxugou os olhos e se virou para ela e encarou os olhos dela profundamente. Deena o encarava da mesma forma:

– Tudo o que está me dizendo é verdade, não é? – perguntou.

E ele ao ouvir aquela pergunta, apenas fez um sinal positivo com a cabeça e então, ela o abraçou forte, apertando os braços em volta do corpo dele:

– Me perdoe. Você não é um monstro. – encostou seu rosto no peito dele, fechando os olhos. – Você é só alguém que se perdeu num caminho errado e que agora quer encontrar um caminho certo. – suspirou pesadamente, apertando mais os braços. – Por favor, me perdoa. – ergueu a cabeça e abriu os olhos, encarando os olhos dele outra vez.

Kopus levou as duas mãos ao rosto dela, segurando-o enquanto se perdia nos olhos brilhantes da mulher.

– Não pode me pedir a verdade e depois me acusar, Deena. O meu passado não é bonito e nem louvável. Mas se quiser saber de todas as minhas verdades, eu vou contar pra você. – encostou sua testa à dela e fechou os olhos. Porque eu…porque eu gosto de você, santinha! – beijou os lábios dela outra vez.

Deena retribuiu ao beijo dele, subindo suas mãos pelos ombros dele até a nuca e outra vez o abraçou forte, acariciando as costas dele e depois os cabelos:

– Eu acredito em você, Philip. – afastou-se dos braços dele e olhou em seus olhos. – Confio em você, está bem? – tocou o rosto dele. – Só prometa pra mim que vai fazer tudo diferente da sua vida agora?

– Tudo já está diferente. – ele respondeu, segurando a cintura dela. – Desde o momento em que você apareceu no presídio para me visitar. – sorriu friamente.

Ela deu um meio sorriso e ergueu os pés para alcançá-lo e beijar novamente seus lábios:

– Eu tenho que ir agora. Você vai ficar bem?

– Só quando você voltar. – respondeu.

Depois de toda aquela atmosfera de paixão e desejo, tensão e raiva, tristeza e ternura. O homem acompanhou Deena até a porta. Se despediram aos beijos outra vez e ela então, entrou na caminhonete e arrancou dali, indo para a casa de Skye. No caminho foi pensando nas palavras dele. ‘Maldição, eu também gosto de você, babaca!’. Sorriu abertamente e deu algumas negativas com a cabeça. Após tantos anos julgando-o como um idiota e sentindo raiva dele, agora ela o via de outra forma, conseguia gostar, sentir desejo, paixão por ele.

Ao chegar na casa de Skye, já era final de dia e começo da noite. Desceu da caminhonete e pegou sua bolsa, abrindo a porta da carroceria para descer a caixa com as amostras recolhidas naquele dia. Adentrou a sala e deu de topo com a advogada, que analisava uma papelada, com a expressão um tanto preocupada.

– Oi. – deixou a caixa num canto e a bolsa sobre a mesa, indo até ela.

– Demorou pra chegar, Deena. – ela olhou para a engenheira por cima dos óculos, com um meio sorriso nos lábios.

– Pois é. – sentou-se ao lado dela. – Acho que precisamos falar sobre isso… – olhou para os papéis na mão dela. Mas não agora. O que é tudo isso?

– São os papéis de soltura do Junior. – Skye respondeu e agrupou os papéis que estavam espalhados sobre a mesinha de centro.

– Então ele vai sair! – sorriu, um tanto animada. – Quando?

– Em algumas semanas.

– Ah, caramba! Que boa notícia. O Philip ficará feliz em saber disso! – não conseguiu esconder o entusiasmo.

– Philip, é? – a advogada estreitou os olhos nela e então retirou os óculos, deixando sobre os papéis na mesinha.

A engenheira abaixou os olhos e respirou fundo:

– Skye eu sei o que você sentiu por ele e eu sei que talvez você ainda sinta e eu juro, eu juro que não era minha intenção me envolver com…

– …hey, hey, hey. – a morena a interrompeu. Deu um meio sorriso de lado e algumas negativas com a cabeça. – O que eu acho que senti por Philip Kopus é passado para mim e não me importa se está ou não transando com ele. Você é adulta e ele também. – completou e suspirou. – Só tome cuidado, ele não é a pessoa mais confiável do mundo.

– Ele é e um dia você vai ver isso. – Deena virou-se de lado no sofá e encarou a amiga. – Você bem que poderia fazer um esforço e tentar se acertar com ele, Skye. Ele não é e não fez nada do que você pensa, a morte da sua tia, a prisão do Junior, tudo isso foram fatalidades e ainda que Philip no passado tenha tido sua parcela de culpa, ele está tentando mudar, ele quer mudar.

– Meu Deus! – Skye riu. – Você está completamente apaixonada por ele.

– Não estou nada. – a engenheira retrucou.

– Ah! Mas está. – pegou a mão dela e então encarou os olhos da mulher. – Deena, se ele é importante pra você e está feliz com o que está acontecendo entre vocês, eu fico feliz também, ok? Pode ser que um dia essa minha raiva dele passe, mas apenas respeite meu tempo, tá?

– Vocês dois são muito importantes pra mim. – balançou a mão da advogada que segurava a sua. – E por isso que eu iria adorar se ficassem numa boa.

– Eu vou pensar no seu caso. – Skye riu mas logo seu rosto novamente ficou sério, preocupado.

– O que houve? Você está com a expressão preocupada. É o Michael?

– Não, ele está bem. Tomou banho, comeu papinha, mamou e dormiu. – soltou a mão a da amiga e passou a mão pelos cabelos, pensando por onde começar. – Um homem esteve aqui. Se disse tio do Junior, irmão do pai dele e disse que tem interesse nas terras da reserva e quer compra-las para o fim que teriam se o outro tivesse comprado.

– O resort. – Deena balançou a cabeça afirmativamente, se lembrava da história que ela havia contado.

– Sim. Acontece que quando eu disse que não venderia as terras e que era a nova líder da reserva, ele me disse num tom não muito amigável que, não é do tipo de homem que desiste do que quer e que ele sempre consegue, de uma forma ou de outra.

– Ele ameaçou você? – a engenheira perguntou.

– Não. Mas eu sinto que ele tem contatos importantes que pode prejudicar a reserva. Pessoas influentes.

– Políticos. O prefeito talvez? – Deena levantou-se do sofá e passou a andar de um lado para o outro. – Mas que merda!

– Merda mesmo. – Skye abaixou a cabeça, dando negativas com a mesma. – O pior é que eu entrei com um pedido de reconhecimento da reserva como área ambiental protegida, além de refúgio dos ramapos mas, parece que a justiça de Nova Iorque não está nem aí com a gente. Enfim… – se levantou do sofá também. – Eu vou tomar um banho e descansar pra terminar esses papéis da soltura de Junior e trazê-lo para casa o mais rápido o possível.

– Bom, eu vou estudar as últimas amostras colhidas hoje e traçar um plano. Vou precisar montar uma equipe para ajudar com o tratamento das águas e das terras desse lugar. A contaminação é bem grande e o processo de descontaminação é bem complexo.

– É, eu sei. Bom, bom trabalho. – deu um abraço apertado na amiga e tomou a direção de seu quarto, parando no meio do corredor e olhou para a engenheira que pegava sua caixa do chão outra vez. – Hey.

Deena virou-se e olhou para ela, dando um meio sorriso leve.

– Fico feliz que esteja rolando algo entre você e Kopus. – Skye sorriu abertamente. – Pelo menos ele não está envolvido com nenhuma louca psicótica ou uma viciada qualquer. Quem sabe você não faça dele um homem melhor? – piscou a ela e virou-se indo na direção de seu quarto outra vez.

– É, quem sabe. – a engenheira sorriu abertamente, dizendo aqui para si mesma e tomou a direção da garagem.

Tarde da noite, Kopus estava em sua varanda, terminando de limpar seu rifle, que permanecia desmontado sobre a mesinha da varanda, quando viu o carro estacionar. Estreitou os olhos no mesmo, quando os faróis se apagaram e conseguiu ver quem era. Revirou os olhos. Era Jean. A mulher desceu do carro e se aproximou da casa, mas sem ousar subir até a varanda onde ele estava.

– O que ela veio fazer aqui de verdade, Kopus? – perguntou, cruzando os braços.

– Boa noite pra você também, Jean. – respondeu e continuou o trabalho que fazia.

– O que ela veio fazer aqui, me fala?

– Quem? – ele perguntou.

– Deena Howard. Por que ela está aqui? – Jean parecia um tanto descompassada.

– Ela está trabalhando. Veio a pedido da líder da reserva, ajudar a descontaminar as terras e a água da reserva que aliás…seu pai ajudou a contaminar. – terminou a limpeza e passou a montar novamente a arma.

– Ela veio remexer o passado, veio falar e fazer coisas que não deveria. Como sempre, ela é um fardo, não deveria estar aqui.

– Hey, olha lá como fala, Jean. Deena sempre foi uma ótima pessoa e era namorada do seu irmão e você não está nada bem, vá para casa.

– Está transando com ela, Kopus? – perguntou e deu um passo a frente. – É por isso que está defendendo ela? Já transava com ela na época da escola? Foi por isso que deixou meu irmão morrer?

Ao ouvir aquilo, Philip terminou de montar a arma e engatilhou a mesma, ainda que estivesse sem balas e se levantou da cadeira onde estava, encarando e deu dois passos à frente, encarando a mulher, sério:

– Você sabe muito bem que eu não tive nada a ver com a morte do Brian, Jean. – riu ironicamente. – Mas é claro que, sendo você uma maluca, é mais fácil me acusar disso do que ter que admitir que seu marido é um covarde, não é? – desceu a escadaria da varanda e parou em frente a ela. – Eu só vou te dizer uma coisa, Jean. Deena está disposta a provar toda a verdade: sobre a morte do seu irmão, sobre o lixo que foi despejado na reserva, sobre o seu marido corrupto, sobre você e as coisas erradas que você fez encobertas pela sua esquizofrenia e sobre seu querido pai e quer saber? Eu tô bem afim de ajudar ela foder com toda a sua família.

– Você não presta, Philip Kopus. Eu quero você longe da minha vida e da minha família, você e aquele seu maldito irmão.

– Eu? Mas não fui eu quem foi até a sua casa às duas da manhã. – ironizou.

Jean deu um passo para trás e correu na direção do carro para abrir a porta e adentrou o mesmo dando a partida rapidamente. Kopus riu friamente e acenou à ela.

– Boa noite, Jean. – e quando ela arrancou dali, ele apenas deu uma negativa com a cabeça. – Maluca. – e adentrou a casa, apagando a luz da varanda.

No outro dia, Deena acordou um pouco mais tarde, pois havia passado horas na noite anterior, estudando as amostras que havia colhido. Chegou na cozinha, pronta pra tomar um café e encontrou Skye, sentada na mesa, com uma caneca na mão e a mesma expressão preocupada de mais cedo.

– Bom dia! – deu um beijo na testa dela. – Ainda preocupada, né? – serviu-se de uma caneca de café e deu a volta na mesa, ficando de frente para ela.

– Eu tenho medo do que esse homem, pode fazer. Se ele tem influências, se ele usará força, se ele causará uma catástrofe que obrigue os ramapos a sairem daqui. Eu tenho medo, Deena, por eles, eu sou a líder deles e não sei o que fazer.

– Eu vou dizer o que vamos fazer, nós vamos pedir reforços para a polícia.

– A polícia não está nem aí pra reserva, Deena. – Skye argumentou.

– Bom, nós temos um capitão corrupto com um passado manchado que, com certeza ele não gostaria que viesse a tona. Vamos usar isso a nosso favor.

– Isso é chantagem, eu sou advogada, não posso fazer isso.

– Mas eu posso! – piscou à ela e bebeu um gole do café em sua caneca. – E além disso, vamos acelerar o processo de reconhecimento da reserva em Nova Iorque. – retirou o celular do bolso traseiro do jeans e discou o número.

– O que vai fazer? – a advogada perguntou.

– Você já vai saber. – ela respondeu e ao ouvir a voz do outro lado da linha, respondeu. – Pai. Chegou a hora de cumprir sua palavra.

To be continued…

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Sobre Jason Momoa Brasil

Somos um grupo de fãs brasileiras APAIXONADAS por esse lindo gente fina. Tivemos a sorte de conhecê-lo no ano de 2014, isso nos fez amigas e junto com essa amizade nasceu este blog, onde cada uma de nós terá o seu espaço para prestar homenagens em forma de texto para o nosso Big J.
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