[ FAN FIC ] THE RED ROAD SEASON 3×4

Escrito por Graziellah Azrak #Gypsy

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 TRAPS OF DESTINY

Ao ver que apesar de suas buzinadas, Philip não aparecia, Deena desligou o motor da caminhonete e tirou as chaves, abrindo a porta e saiu da mesma. Bateu a porta enquanto ia na direção da porta da casa. “Só pode ser brincadeira!”. Na cabeça dela se passavam mil coisas, entre elas, o que Skye havia lhe dito sobre Kopus. Será que ele havia tido a audácia de fugir? Acionou o alarme e guardou a chave do carro no bolso do jeans, erguendo o punho fechado pronto para bater na porta, mas achou melhor não fazê-lo. Levou a mão à maçaneta e virou a mesma, chegando à conclusão de que a porta não estava trancada. Adentrou a casa, em passos lentos e silenciosos, observando bem o lugar. O café acabara de ficar pronto na cafeteira e então quando olhou na direção do corredor se deparou com a figura de Philip com uma toalha envolta a cintura e a outra sobre os cabelos que ele secava. Havia cortado o excesso da barba e um pouco dos cabelos, ficando um tanto mais apresentável, por assim dizer. Ao ver aquela cena, deu um pulo com um passo para trás e virou o rosto:

– Ah! Merda, Kopus! – xingou com o rosto ainda virado. – Eu estou buzinando há horas.

– Horas? – ele deu um meio sorriso e olhou o relógio em seu pulso. – São sete e meia, santinha. – se aproximou e deixou a toalha que secava os cabelos sobre a cadeira da cozinha. – Levando em consideração que entrei no banho às sete e dez, porque você ainda não havia chegado. – ergueu as sobrancelhas a ela. – Está atrasada! – sorriu novamente.

– Será que você pode por favor se vestir? – ela perguntou, olhando para ele de relance.

– Eu estou dentro da minha casa, eu não sabia que você ia invadir. – respondeu num tom bem humorado e foi para o quarto.

 

E enquanto se vestia longe dos olhos dela, Deena, observava atentamente sua sombra que se fazia na porta que ele fizera questão de deixar aberta. A mulher deu algumas negativas com a cabeça e sorriu de lado. Logo em seguida, ele voltou, ainda sem camisa, mas pronto para vestir a mesma.

– Está pronto? – ela perguntou, cruzando os braços.

– É, acho que eu tô. – respondeu e sorriu cinicamente.

Deena virou as costas para sair da casa e ele foi a acompanhando enquanto vestia a camiseta. Já do lado de fora, ela pegou as chaves e destravou as portas do veículo e ambos adentraram-na para seguir na direção do Lago da Tartaruga, onde terminariam de demarcar a mina e colher amostras daquela área.

E no mesmo instante, as coisas se tornavam tensas novamente entre mãe e filha quando na casa dos Jensen, Rachel deu de cara com a mãe na cozinha, escorada na pia com uma caneca de café nas mãos no momento em que saía com uma mochila nas costas:

– Onde você pensa que vai? – Jean questionou.

– Vou com a Skye até o reformatório. É dia de visita. – a garota respondeu um tanto sem medo.

– Mas não vai mesmo. – a mulher deixou a caneca na pia e se desencostou de onde estava. – Eu já te disse que não quero mais você perto daquela gente, Rachel. – e foi até ela, tentando lhe tomar a mochila.

– Acontece que não me importa o que você quer ou não, mãe. Eu amo o Junior e vou visitá-lo quer você queira ou não. – tentou puxar a mochila de volta, mas depois pensou melhor e soltou a mesma. – Quer saber, fique com a mochila. Não preciso dela pra ir mesmo. – e saiu pela porta da cozinha.

– Rachel…RACHEL VOLTE AQUI JÁ….merda! – murmurou aquele xingamento e deixou a mochila sobre a mesa, passando a andar de um lado para o outro da cozinha, com a mão na boca.

Kate que vinha descendo a escadaria, viu a mãe naquele estado, parecia nervosa e se aproximou dela.

– Mãe? Tá tudo bem? – e a abraçou.

– Oi, querida. – retribuiu ao abraço da filha e lhe deu um beijo sobre os cabelos. – Tá, tá tudo bem. – afastou o abraço e olhou para ela, dando um sorriso frio. – Eu vou subir um pouco tá, tomar um remédio e tentar dormir mais um pouco.

– Tudo bem, eu…tô indo pra aula. Você vai ficar bem? – perguntou a menina.

– Sim. Vou sim. Tchau querida! – deu mais um beijo nela, despedindo-se.

A garota se despediu e saiu também e então, Jean passou a chorar descontroladamente, sentindo a cabeça doer. Seu instinto foi correr para o quarto, onde tomaria um calmante, um anti-psicótico e com certeza apagaria em seguida.

No reformatório, onde Junior era mantido em New York, Rachel estava sentada, aguardando que pudesse entrar para visitar o rapaz. Por causa da idade dela, não poderia entrar sozinha, portanto Skye a acompanharia na visita, mas no momento a advogada estava a sós com ele, conversando sobre as resoluções de seu caso e um possível hábeas corpus para tirá-lo dali. Minutos depois, a mulher saiu pela porta aberta pelo carcereiro e chamou a jovem para entrar com ela. O impulso de Rachel ao ver Junior foi de abraçá-lo e beijá-lo por alguns minutos. Skye sorriu, achando bonita aquela cena, os dois tão jovens e tão apaixonados. Faziam lembrar dela mesma, mas que infelizmente havia se apaixonado pela pessoa errada.

– Vocês tem dez minutos, ok? – ela avisou ambos e ficou num canto da sala, perto da porta para deixá-los à vontade.

Rachel sentou-se na cadeira de frente para a dele e segurou sua mão.

– Estão tratando você bem aqui? Você tem comido, dormido direito? – perguntou.

– Sim, eu estou bem, meu amor. – ele apertou a mão dela. – Mas Skye trouxe boas notícias e parece que logo eu vou sair.

– Jura? – ela sorriu abertamente. – Isso é maravilhoso! – mas logo o sorriso se desfez e ela ficou pensativa.

– O que foi? – ele franziu o cenho, encarando ela.

– Eu tenho medo Junior. Medo porque quando você sair, Kopus está fora também e…eu tenho medo de que você se junte à ele de novo e as coisas saiam do controle e…

– Hey. – segurou a mão dela mais apertado. – Philip é meu irmão. Cometeu muitos erros, mas não é por culpa dele que eu estou aqui agora. Quando eu sair, nós vamos nos acertar e recomeçar nossas vidas, como uma família, ok? – sorriu de lado.

– Ok. – ela sorriu.

Conversaram por mais algum tempo e então se despediram e tanto ela quanto a advogada deixaram o local.

Quando o carro de Skye parou na frente da casa dos Jensen, Harold veio de encontro, abrindo a porta do carona e tirando a jovem quase a força de dentro do carro.

– Rachel. Vá para dentro, agora! – ordenou.

– Hey, calma aí. – e olhou para Skye. – Obrigada pela ajuda, Skye. – e olhou para o pai com certo desprezo, balançando a cabeça negativamente e entrou em casa.

– Capitão, eu posso explicar…

– Você enlouqueceu? Levar a minha garotinha para dentro de um presídio, doutora?

A advogada respirou fundo e continuou.

– Não é um presídio, é um reformatório e foi ela quem me procurou por várias vezes me pedindo para levá-la. Eu só quis ajudá-la.

– Não importa o título, aquele não é lugar para uma moça de família. – ele continuava a retrucar, bravo.

– Família? Sério? – Skye ironizou, dando um meio sorriso de lado. – Tenha um bom dia, capitão Jensen. – deu partida no carro e engatou a ré para sair da casa dele.

O homem apenas ficou com a cara fechada, vendo a advogada partir e então, passou a mão pelo rosto, tentando recuperar a calma. Não iria discutir com Rachel agora, seria pior. Adentrou sua viatura e resolveu voltar à delegacia. Mais tarde se entenderia com a filha, em casa.

Por volta das onze da manhã, Deena e Kopus finalmente haviam terminado de demarcar o território do lago e também de colher as amostras dali e da mina. Fazia muito calor, tanto que os cabelos de Deena estavam parcialmente molhados de suor, assim como a regata que usava. A caminhonete estava parada na beira do lado e então, ela abriu a tampa traseira, pegando cerveja para eles. Abriu as garrafas e entregou uma delas ao companheiro de trabalho que tinha a camiseta encharcada de suor.

– E estamos aqui de novo. – bateu sua garrafa na dele e levou aos lábios, bebendo um gole generoso dela. – Céus, havia me esquecido como esse lugar é quente nessa época.

– Pois é. – ele respondeu e levou a garrafa à boca enquanto encarava ela.

– Quer saber? Nós já terminamos por hoje mesmo. – deixou a garrafa sobre a tampa aberta da carroceria da caminhonete e passou a tirar as botas.

Em seguida foi na direção do lago, enquanto abria a calça jeans e retirava a mesma e em seguida a regata que usava. Ficando apenas com a parte de baixo das roupas. Philip foi acompanhando com os olhos todos os movimentos dela, admirando a beleza dela, que ele tinha que admitir, era muita. Estreitou os olhos na mulher, agora de lingerie de costas para ele, enquanto bebia mais um gole de cerveja.

– O que está fazendo? – ele perguntou, enquanto assistia ela soltar os cabelos.

– O que parece? – virou-se de frente para ele. – Está calor, estamos na beira de um lago. – sorriu abertamente. – Eu vou nadar. – piscou à ele.

Kopus olhou a mulher dos pés à cabeça e sorriu de lado, levando a mão à barba, pensativo. E então viu ela entrar no lago e mergulhar no mesmo, voltando à superfície, já toda molhada. A mulher sorriu abertamente e moveu os braços na água, jogando-lhe um pouco, ainda que esta não o alcançara.

– Você não vem, Philip? – perguntou e sorriu, mordendo o lábio.

Ele não respondeu. Apenas terminou sua cerveja enquanto tirava os tênis dos pés e deixou a sua garrafa ao lado da dela. Levou as mãos à camiseta, retirando a mesma e deixou junto ás roupas de Deena, próximas a uma árvore e assim retirou também a calça, adentrando o lago com ela. Afundou o corpo todo e Deena ficou parada por algum tempo sem saber onde ele apareceria. Não demorou e ele apareceu por trás dela, agarrando-lhe pela cintura e ela deu um grito, assustada e em seguida riu, virando-se para ele e jogou água em seu rosto.

– Não faça isso, Philip! – riu e então olhou em seus olhos.

Ele olhou nos olhos dela e por alguns segundos, eles nada disseram um ao outro. Apenas estavam ali, dentro do lado, quase sem roupas, molhados. Kopus deu um passo a frente e pegou a mulher pela cintura novamente, deixando seu corpo praticamente colado ao dela.

– Você é uma mulher muito atraente, sabia disso, santinha? – comentou e aproximou seu rosto perigosamente do dela.

– Engraçado. – a engenheira levou suas mãos aos ombros dele e então, colou seu corpo ao dele. – Eu ia dizer a mesma coisa de você, babaca! – riu.

E ele então tomou os lábios dela num beijo intenso e quente, enroscando sua língua à dela, enquanto suas mãos deslizavam pelo corpo dela, dentro da água. A mulher por sua vez, subiu suas mãos dos ombros ao rosto dele, deslizando pelo pescoço até a nuca, enquanto se intensificava ainda mais os beijos entre eles. Uma das mãos dele, tocaram os seios da engenheira, um de cada vez, apalpando-os com vontade, com desejo. Deena pulou no colo dele, enlaçando suas pernas no corpo de Philip, que já estava bastante excitado com todas aquelas carícias entre os dois. Não demorou muito para que ele abaixasse a pouca roupa que usava e puxasse a calcinha dela de lado, penetrando a mulher com força, soltando um gemido rouco e alto de prazer ao mesmo tempo que arrancava um gemido dela. Deena passou a movimentar seu corpo subindo e descendo sobre o corpo dele, sentindo-o entrar e sair de dentro dela com desejo, com força, com vontade, enquanto se beijavam, se apertavam. Ele afundou seu rosto nos cabelos dela e passou a gemer no ouvido dela, enquanto a sentia quente por dentro e gelada por fora, devido a água do lago, adorando cada segundo do sexo que fazia com aquela mulher. Ela não estava diferente, cravou as unhas levemente nas costas dele enquanto continuava a se mover, agora com a ajuda dele que empurrava seu corpo, até que não aguentaram mais e gozaram juntos, ali mesmo dentro do lago. Aos poucos, ele relaxou e ela também e então, suas pernas voltaram para o fundo do lago e ele a abraçou, levando a mão ao queixo dela e novamente olhou em seus olhos. Não havia mais um sorriso sacana em seu rosto, havia um sorriso sincero, um sorriso de quem estava gostando de estar com ela de verdade. Deena lhe sorriu de volta e ele a beijou outra vez, agora de forma mais carinhosa, demorada, calma. Logo afastaram seus lábios e ela sussurrou.

– Cometemos um erro? – pela perguntou, enquanto permanecia com os olhos fechados.

– Se cometemos, confesso que quero cometer de novo. – ele respondeu e voltou a beijá-la.

– Pode ser lá fora? – ela riu. – Estou começando a ficar com frio.

Ele riu com ela e a abraçou mais forte.

– Tudo bem. Vamos sair daqui. – disse e a tomou nos braços, saindo com ela do lago.

Ambos se vestiram e tomaram mais uma cerveja, sem deixar de se beijar e se acariciar. Estavam envolvidos demais e nem sem davam conta disso. Quando entraram na caminhonete para sair dali, Philip acabou sugerindo que fossem para casa dele, tomar um banho quente, para não ficarem resfriados. A arquiteta não pensou duas vezes e foi com ele. Fizeram amor de novo no chuveiro e depois disso, mesmo sabendo que precisava ir embora, havia algo naquela casa que não a deixava sair. Era ele.

Be continued…

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Sobre Jason Momoa Brasil

Somos um grupo de fãs brasileiras APAIXONADAS por esse lindo gente fina. Tivemos a sorte de conhecê-lo no ano de 2014, isso nos fez amigas e junto com essa amizade nasceu este blog, onde cada uma de nós terá o seu espaço para prestar homenagens em forma de texto para o nosso Big J.
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